Hoje ouvi uma frase que me fez pensar: "Nós só doamos o que temos". Muitos tentam doar o que não tem, doam o trabalho que não sabem fazer, doam o conhecimento que não possuem e as habilidades que nunca obtiveram. Sempre com boa vontade o voluntário tenta ajudar, mas se fosse habilidoso com a função renderia muito mais. Cada um pode usar os seus conhecimentos e habilidades adquiridos para doar a quem precisa, o advogado orienta, o médico examina, o pedreiro constrói, o administrador rege, o pastor cuida, a cozinheira cozinha, todos são úteis em suas funções.
Todos nós precisamos de mãos habilidosas que se dispõem a ajudar a quem está próximo. Não existe pessoa tão autossuficiente que não precise de ajude, assim como não existe pessoa tão pobre que não possa doar algo.
Feliz é aquele que usa a sua sabedoria não somente para obter ganhos a si mesmo, mas usa também para ajudar ao próximo.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Por que abandonam?
Algumas coisas são difíceis de compreender. O que leva alguém a abandonar a sua esposa e os seus filhos? Quem teria coragem de abandonar uma pessoa gravida e sem condições de trabalhar e simplesmente desaparecer?
Para mim isso é difícil de compreender, se já não existe amor, então que seja por compaixão, mas deixar a sua família sem nenhum recurso e ir embora para tomar conta da sua própria vida é muito desumano. O que mais impressiona é que essa história não é um caso isolado, mas em muitas casas que passamos é essa a realidade. O pai vai embora e deixa toda a família que ele mesmo constitui a mercê da sua própria sorte.
Não dá pra mensurar os sentimentos dessas pessoas e nem o estrago emocional dessas crianças, simplesmente podemos ajudar nas necessidades básicas e chorar com os que choram.
O que bem sabemos: pessoas abandonam, Deus não. Que sejamos a porta, onde pessoas assim possam bater e encontrar a Deus.
Para mim isso é difícil de compreender, se já não existe amor, então que seja por compaixão, mas deixar a sua família sem nenhum recurso e ir embora para tomar conta da sua própria vida é muito desumano. O que mais impressiona é que essa história não é um caso isolado, mas em muitas casas que passamos é essa a realidade. O pai vai embora e deixa toda a família que ele mesmo constitui a mercê da sua própria sorte.
Não dá pra mensurar os sentimentos dessas pessoas e nem o estrago emocional dessas crianças, simplesmente podemos ajudar nas necessidades básicas e chorar com os que choram.
O que bem sabemos: pessoas abandonam, Deus não. Que sejamos a porta, onde pessoas assim possam bater e encontrar a Deus.
"Será
que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter
compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me
esquecerei de você!
Isaías 49:15
Isaías 49:15
"Será
que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter
compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me
esquecerei de você!
Isaías 49:15
Isaías 49:15
"Será
que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter
compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me
esquecerei de você!
Isaías 49:15
Isaías 49:15
"Será
que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter
compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me
esquecerei de você!
Isaías 49:15
Isaías 49:15
"Será
que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter
compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me
esquecerei de você!
Isaías 49:15
Isaías 49:15
"Será
que uma mãe pode esquecer do seu bebê que ainda mama e não ter
compaixão do filho que gerou? Embora ela possa se esquecer, eu não me
esquecerei de você!
Isaías 49:15
Isaías 49:15
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
O que bate em nossa porta
Nossa vida seria pacata demais se não fosse os acontecimentos que batem em nossa porta, a novidade chega inesperadamente, a nóticia adentra e muda o ambiente.
Alguém me perguntou: "O que você vai fazer?" respondi: "Sou eu que estava próximo, de maneira nenhuma vou deixar de fazer". Era eu que estava passando perto, a questão bateu na minha porta, não vou ignorar e fingir que não ouvi. As palavras de Jesus sobre amar o próximo ressoam em situações assim, se somos limitados para amarmos a todos, pelo menos os próximos amamos sim. Temos somente uma porta, e passa uma pessoa por vez, e para cada um que nos procura, somos capazes de atender.
Em Romanos 12 diz: Alegrar com os que se alegram, chorar com os que choram. Volta e meia abrimos a janela e olhamos por ela, vemos quem tá passando e o que está passando, a face não é capaz de esconder o que pesa ao coração, somente amamos os próximos se realmente nos importamos com eles, se não desligarmos a nossa tv e decidimos abrir a janela, nunca saberemos de nada, se não olharmos ao lado, não sabemos que temos pessoas caminhando junto, com a mesma passada, pelo mesmo caminho.
Se a nossa porta sempre está fechada, quem baterá nela? Se a nossa janela nunca se abre, quem acreditará quem tem alguém em nossa casa? Feliz é aquele que se levanta da sua poltrona para atender quem lhe bate a porta.
Alguém me perguntou: "O que você vai fazer?" respondi: "Sou eu que estava próximo, de maneira nenhuma vou deixar de fazer". Era eu que estava passando perto, a questão bateu na minha porta, não vou ignorar e fingir que não ouvi. As palavras de Jesus sobre amar o próximo ressoam em situações assim, se somos limitados para amarmos a todos, pelo menos os próximos amamos sim. Temos somente uma porta, e passa uma pessoa por vez, e para cada um que nos procura, somos capazes de atender.
Em Romanos 12 diz: Alegrar com os que se alegram, chorar com os que choram. Volta e meia abrimos a janela e olhamos por ela, vemos quem tá passando e o que está passando, a face não é capaz de esconder o que pesa ao coração, somente amamos os próximos se realmente nos importamos com eles, se não desligarmos a nossa tv e decidimos abrir a janela, nunca saberemos de nada, se não olharmos ao lado, não sabemos que temos pessoas caminhando junto, com a mesma passada, pelo mesmo caminho.
Se a nossa porta sempre está fechada, quem baterá nela? Se a nossa janela nunca se abre, quem acreditará quem tem alguém em nossa casa? Feliz é aquele que se levanta da sua poltrona para atender quem lhe bate a porta.
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